16 de julho de 2011

A INGRATIDÃO

Uma certa estória relata que um homem foi condenado à morte e que os carrascos lhe jogaram grandes pedras. O réu suportou o terrível castigo em silêncio. Nenhum grito. Na sua condição, compreendia que a desgraça havia caído sobre ele e que seus gritos de nada serviriam.
Passou por ali um homem que havia sido seu amigo. Pegou uma pequena pedra e atirou na direção do condenado. Somente para demonstrar que não era do seu partido. O pobre condenado, atingido pela diminuta pedra, deu um grito estridente.
O rei, que a tudo assistia, ordenou que um de seus lacaios perguntasse ao réu:
Por que ele gritara quando atingido pela pequena pedra, depois de haver suportado sem se perturbar as grandes?
O condenado respondeu:
As pedras grandes foram atiradas por homens que não me conhecem, por isso me calei. Mas o pequeno seixo foi jogado por um homem que foi meu companheiro e amigo. Por isso gritei. Lembrei de sua amizade nos tempos de minha felicidade. E agora vi sua indiferença quando me encontro na desgraça.
O rei compadeceu-se e ordenou que o pusessem em liberdade, dizendo que mais culpado do que ele era aquele que abandonava o amigo na desgraça.

Moral da História:
Para se ter um amigo é necessário ser amigo, assim como Deus fez por nós. Por isso, investir na amizade com Deus é estar seguro de que nunca estará só, porque Ele fica quando todos se vão, Ele compreende sem nenhuma explicação, Ele defende as pedras que são atiradas contra você e com elas ergue um castelo para você habitar.

A gratidão não é o que se sente, mas o que se demonstra,
e não há ação sem fé.

Vencemos tudo quando somos capazes de vencer a si mesmos.

Um comentário:

  1. A ingratidão dói muito, principalmente quando vem de alguém que caminhou junto conosco e na hora da dor nos vira as costas.
    Não estamos livres de sofrer um baque destes, como também podemos infelizmente agir assim.

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